Unboxing | Turista Literário - Agosto e Setembro

Sei que já fazem bons meses desde o último post sobre o Turista Literário e vocês podem até estar pensando que eu desisti do serviço e tal, mas não pessoas, os unboxings não acabaram! Então para compensar o tempo perdido esse post vai ser um compilado dos meses de Agosto e Setembro.

AGOSTO

A viagem desse mês é para o império Otomano e a cor predominante foi o roxo, para combinar com a maravilhosa capa do livro do mês que é "Filhas das Trevas". Confesso que desde que ouvir falar sobre esse livro, lá no booktube gringo ele não havia me chamado muita a atenção, mas depois de lê-lo entendi o porque de tanto hype (e que merecido hype!).
Sinopse: Lada Dragwlya e o irmão mais novo, Radu, foram arrancados de seu lar em Valáquia e abandonados pelo pai – o famigerado Vlad Dracul – para crescer na corte otomana. Desde então, Lada aprendeu que a chave para a sobrevivência é não seguir as regras. E, com uma espada invisível ameaçando os irmãos a cada passo, eles são obrigados a agir como peças de um jogo: a mesma linhagem que os torna nobres também os torna alvo.
Lada despreza os otomanos. Em silêncio, planeja o retorno a Valáquia para reclamar aquilo que é seu. Radu, por outro lado, quer apenas se sentir seguro, seja onde for. E quando eles conhecem Mehmed, o audacioso e solitário filho do sultão, Radu acredita ter encontrado uma amizade verdadeira – e Lada vislumbra alguém que, por fim, parece merecedor de sua devoção.
Mas Mehmed é herdeiro do mesmo império contra o qual Lada jurou vingança – e que Radu tomou como lar. Juntos, Lada, Radu e Mehmed formam um tóxico e inebriante triângulo que tensiona ao limite os laços do amor e da lealdade.
Sombrio e devastador, este é o primeiro livro da mais nova série de Kiersten White. Cabeças vão rolar, corpos serão empalados… e corações serão partidos.

Os primeiros itens remetem ao império Otomano e a sua arte/costumes. O item de cheirar é um incenso de lavanda e feito para nós sentirmos como é o cheiro da corte frequentada por Lada e Radu. Já o item de tocar/ver é um incensário feito no formato de uma mandala e com estética Otomana (muito linda por sinal) e com um frase dita pela Lada "Você sempre tem uma escolha".


O outro item de tocar é um marcador e foi o item mais criativo e o que mais me deixou próximo da história. Esse marcador é feito com pétalas de folhes e um pequeno galho e na história é o item mais precioso que Lada possui, pois eles a lembram de sua terra natal. 
O souvenir dessa viagem foi um caderno inteligente com uma arte linda dos personagens principais. Como é um pouco difícil explicar como esse caderno funciona fica aí um vídeo para ver como ele é bem legal!



SETEMBRO

A viagem de Setembro foi para uma galaxia muito, muito distante, mais especificamente no planeta de Hedra Ka, que é pra onde os personagens do livro desse mês, a longa viagem a um pequeno planeta hostil, estão indo. Estou bastante curiosa sobre essa história, porque conheço gente que amou e gente odiou, então estou louca para ler logo o livro e tirar minhas conclusões.
Sinopse: A tripulação da nave Andarilha viaja de planeta em planeta construindo túneis espaciais que conectam civilizações em todo o universo. Uma piloto reptiliana, uma estagiária nascida nas colonias de Marte, um médico de gênero fluido e muitos outros seres seguem juntos em suas próprias jornadas. O olhar e o talento de Becky Chamber permitem desconstruir velhos clichês e quem sai ganhando são os amantes de literatura sci-fi - de todos os gêneros e espécies.

O item de ver o tocar/ver é uma taçajur inspirada em uma das áreas mais bonitas da Andarilha, um jardim suspenso chamado de Aquário. Gostei muito da ideia desse item, porém vai ser muito difícil colocá-lo em prática já do jeito que sou estabanada vou acabar derrubando a taçajur e quebrando a taça ^^


O item de cheirar foi um sabonete com um maravilhoso cheiro de fruta doce, sério o cheiro é tão bom, mais tão bom que dá vontade de comer XP (minha empolgação com esse sabonete foi tanta que corri pra usar ele e esqueci de tirar foto, sorry ^^). 
Agora vamos falar desse souvenir que me fez dar um grito de felicidade quando abri a caixa. Quando eu vi um vídeo no instagram do Turista falando que a caixa tava tão cheia que nem fechava sozinha nunca me passaria pela cabeça que seria por causa disso. Sério gente, eu realmente estava precisando de uma almofada dessas e quando eu abri a caixa e vi isso e com essa arte linda foi amor a primeira vista.

E essas foram as malas de Agosto e Setembro, confesso que estava com medo de não gostar tanto das próximas edições depois da coisa linda que foi a caixa de Ecos, mas agora estou toda "que venham as próximas caixas" XP

Evento | Pré-Estreia da 2º temporada de Stranger Things

A nova temporada de Stranger Things já saiu tem uma semana, mas eu como sempre bem atrasada estou aqui para falar do evento incrível que Thaty e eu fomos da Netflix. Especificamente da Pré-Estreia mundial da série, sim amigos estamos ficando muito chique aqui no BLOG.


A Netflix como sempre bem awesome fez um grande trabalho de divulgação da série aqui no Brasil, mais porque grande? Eles criaram a Stranger House, na mais é que um espaço cheio de atividades ligadas a série.

Nosso evento começou na Stranger House que ficava na Oscar Freire aqui em São Paulo, após fazer a identificação na entrada nos pediram para pegar uma van até o cinema. Até aí a gente não tinha certeza do ia acontecer, pois não deram muitos detalhes.



Chegando lá no cinema, sim uma sala do cinema fechada para todo mundo! Que TOP (Tá liberado usar TOP?). Ficamos aguardando enquanto dava o horário para o que eu e a Thaty ficamos torcendo que acontecesse enquanto esperávamos: Assistir o primeiro episódio da segunda temporada. Yes! Assistimos e foi maravilhoso, é muito divertido passar por esse tipo de experiência uma sala inteira assistindo algo que gosta. Só tem as melhores reações juntos!




Após assistir o primeiro episódio fomos levados para a Stranger House novamente para finalmente fazer as atividades na casa. \o/

Antes que perguntem, porque a Thaty está de cosplay de Harry Potter? No convite estava falando que poderíamos ir de cosplay por causa do Halloween, ela tá mais obvia que eu que tentei fazer um cosplay meia boca de Jessica Jones. haha

A casa estava dividida em três andares, no primeiro já de cara a gente poderia tirar fotos com as bicicletas dos meninos, na Castle Byers e também você poderia testar o seus poderes na Hawkins National Lab. 



Já no segundo andar temos um super altar para a Barb e uma recriação da sala da Joyse Byers < 3 
A sala da Joyse era bem interativa com luzes que apagava e até o telefone tocava. #Medo



 Já no último andar a gente poderia dar uma passadinha na Arcade Hawkins e jogar um pouco um dos jogos que mostrou na série o Dragon's Lair. Ah! E para finalizar como era um evento "exclusivo" tivemos uma balada com direito a bebidas e muita musica!


Não reparem na legenda na foto, veio diretamente do meu stories! rs

É por isso que eu pago a Netflix com gosto, o evento foi incrível e é esse tipo de ação que motiva a gente acompanhar ainda mais a série.

Infelizmente a Stranger House ficou aberta por 3 dias e foi muito concorrido fazer o cadastro no site para conseguir lugar. :(

Nós só conseguimos o convite graças ao Omelete que sempre faz sorteio de eventos como esse na página do Facebook deles. (Já dei a dica, agora só deixar como favorito e ver primeiro a publicação deles!!!)



Bom gente é isso, esse foi o evento da pré estreia da Netflix, os novos episódios da segunda temporada já está disponível! 

6 meses com o Nintendo Switch. Vale a pena comprar?



3 de marco de 2017 foi a fatídica data quando foi lançado o Nintendo Switch. Sendo esta data o dia seguinte ao meu aniversario, achei que seria uma boa decisão me presentear com um, já que havia embarcado no trem do hype desde o ano anterior quando houveram os primeiros anúncios a respeito.

Foi então que, em 4/abril, recebi meu console (Sim, a luta para conseguir um logo na estreia foi grande devido ao baixo estoque, problema muito comum ate o momento que escrevo este artigo), e desde então venho desfrutado deste videogame.

Estou 6 meses com esta maravilha da tecnologia em minhas mãos, e, achei que seria uma boa desculpa para escrever meu primeiro artigo para A Universitária, discutindo o assunto cujo spoiler você já levou no titulo do artigo: Qual a minha impressão sobre o console depois de meio ano em posse?



Primeiramente eu gostaria de destacar a portabilidade e a versatilidade do console. Trata-se de um tablet com, quase a mesma grossura que um Kobo Glo. Mais fino que muitos livros. Mais espesso que um iPad. Possui 6 polegadas e 1 controle embutido que pode se transformar em 2 controles sem fio, dependendo do jogo, portanto, se trata de um console verdadeiramente portátil e que pode ser jogado com outras pessoas sem problemas.

As propagandas fazem questão de mostrar 4 pessoas jogando ao mesmo tempo na tela do próprio console mas, pessoalmente acho demais. Sim, jogar com outra pessoa é legal e ocorre com naturalidade mas, 4 jogadores na pequena tela de 6 polegadas é no mínimo, incomodo. Não me entenda mal, a tela do aparelho é incrível, tem um ótimo angulo de visão, qualidade de imagem , contraste e o tamanho ideal para jogar sozinho ou com outra pessoa, mas não com outras três. É portanto que a versatilidade de conectar no dock em uma TV, que o console brilha.




A base que já vem na caixa, permite conectar o console a uma TV e jogar com resolução de até 1080p 60fps (cada jogo possui sua especificação própria, variando entre 720p 30fps e 1080p 30fps). O problema aqui é a fragilidade do dock (que também é grande em tamanho, se comparado com o console), mas existe no mercado versões alternativas e muito menores, que resolvem este problema. 

A biblioteca de jogos do Switch, na minha opinião, ainda é bastante modesta. Ok, o console tem 7 meses de vida e uma cartela de mais de 200 jogos, mas assim como no nintendo 3DS, a maior parte dos jogos são indies e muitos são duvidosos, entretanto, já existem muitos títulos incríveis como, Zelda Breath of the Wild, Mario + Rabbids Kingdom Battle, Arms, Splatoon 2, Steam World Dig 2, Stardew Valley, Puyo Puyo Tetris, Minecraft, Mario Kart 8, Super Bomberman R e, o mais recente, Mario Odyssey.




O Switch tem recebido várias atualizações com o tempo. Muitas são para resolver supostos problemas de instabilidade (nunca tive!) mas alguns são resolvendo problemas já conhecidos e resolvendo algumas necessidades da base de usuários, como por exemplo, a possibilidade de fazer backup dos progressos nos jogos em cartão SD e gravar curtos videos dos jogos. O problema? As atualizações mais esperadas, como novos temas e customizações para o sistema, aplicativos (olá Netflix, Youtube, Crunchyroll, Spotify e navegador de internet), Virtual Console (emulador de jogos de consoles antigos da Nintendo) e a Nintendo Network paga (com 2 jogos gratuitos da Virtual Console por mês) são promessas ainda não cumpridas e muito esperadas.

O Switch tem também alguns defeitos de design, que nos leva aos próximos problemas. Primeiramente, apesar do console ter Bluetooth (afinal é a tecnologia utilizada nos controles), não é possível utilizar fones de ouvido Bluetooth. Pode parecer mais um item da série problemas de primeiro mundo, mas jogar no console com fone de ouvido com fio é um tanto incomodo, pois o conector fica na parte de cima do aparelho, o que na realidade é uma boa decisão de design pois caso fosse embaixo, atrapalharia ao utilizar o console no chamado modo 'tabletop' (utilizando o apoio traseiro do próprio console). Pena que a Nintendo não foi tão cuidadosa neste sentido, ao colocar a porta USB C na parte de baixo do console, impedindo que ele seja carregado ao ser utilizado neste  mesmo modo.

Claro, podemos resolver o problema anterior comprando um acessório para o Switch, uma espécie de cartão dobrável que se torna um dock suspenso e permite acessar a porta USB enquanto mantem o console apoiado em uma posição confortável para jogar em uma mesa. A Nintendo fez decisões ruins de design, que levam os compradores a comprar vários acessórios, como este apoio para mesa, o citado dock portátil, bateria portatil (para recarregar o console em jogatinas maiores que a bateria media de 2h30m, case protetor, etc.



Por fim, o console é um pouco sensível. Eu por exemplo, já quebrei a ponta da trava de um dos joycon, o que causa que ele seja facilmente removido do console. Não me pergunte como quebrei pois nem eu sei como consegui esta proeza. Pelo que já li, se eu entrar em contato com a Nintendo eles trocam e me dão um novo, mas este é um luxo que os Brasileiros não tem (ou precisam desembolsar a grana de um frete bem caro para ter).


Sim, quase imperceptível mas o dano da trava faz diferenca


O console é construído quase que inteiramente em plástico. As únicas peças de metal no exterior do console são os trilhos onde são encaixados os joycons e, ainda assim, estes são parafusados em estruturas de plastico da carcaça, uma decisão que não me parece muito inteligente. Não tive problemas com essa questão do material de construção, depois deste tempo de uso o console ainda parece OK, mas me questiono quão grande é a durabilidade. Para você que gosta de colocar skins em aparelhos, saiba que muitas pessoas ja testaram e descobriram que a cola danifica o plastico do corpo do aparelho. 

Pontos positivos:
  • Portátil
  • Versátil
  • Razoavelmente poderoso
  • Biblioteca tímida mas interessante

Pontos negativos:

  • Relativamente frágil
  • Necessita acessórios para uma melhorar experiencia de uso

Vale a pena para você? Como tudo nesta vida, depende. Eu particularmente não recomendo para ti se você não gosta de jogos da Nintendo. Espere o console ter ao menos 2 anos de vida, simples assim. Com este tempo o console provavelmente já estará em ofertas assim como seus concorrentes, Xbox e Playstation. Não bastasse o preço menor, se você não gosta de jogos da Nintendo, ao comprar um Switch você dependerá de jogos de outras desenvolvedoras (third parties) e, no momento, estará restrito a indies. 

Teremos no futuro jogos AAA de third parties? Ninguem sabe. O Wii U supostamente teve apoio de quase tantas desenvolvedoras quanto a Nintendo alega ter o Switch e não teve um bom futuro. O fiasco do Wii U não deve se repetir no Switch na minha opinião (considere que foi anunciado recentemente que o Switch esta próximo do numero de vendas que teve o Wii U em toda sua vida), mas, se tratando de promessas da Nintendo, eu prefiro não fazer apostas, agora, se você viu o catalogo atual e gostou, vai fundo!

Novidade | Liberado nome do segundo livro da série The Dark World

Sai da caverna onde me abrigo só para dar um recado super bacana, o Luiz autor parceiro aqui do blog, me mandou um email avisando que o segundo volume da série "The Dark World" já tem nome e data de lançamento. 

Se você ainda não conhece a série The Dark World, eu fiz resenha do primeiro livro e você pode conferir aqui

Como o Luiz é gente boa ele liberou sinopse, capa e curiosidades do livro. É bom lembrar que se você não leu o primeiro livro vai levar spoiler ao ler o restante do post!

o que é essa capa brazelll???


Até onde você iria para descobrir a verdade?John, Ryan e Charlotte continuam vivendo as suas vidas normalmente após o misterioso incidente que destruiu toda a região de Wells e no qual eles foram os únicos sobreviventes. Mas sobreviver não significa estar seguro. Quando o plano criado por um maníaco por controle é colocado em ação – destruir os humanos e criar uma nova raça superior e submissa – a humanidade começa a caminhar para as suas ruínas e eles novamente se encontram no meio do apocalipse.
Determinados a sobreviver novamente e enfrentando criaturas mutantes, eles voltam ao vilarejo para investigar o passado do local e descobrir respostas para todos os mistérios, que acaba levando-os até o Havaí onde o vírus mortal poderia ter sido criado e encontram uma ameaça que é maior do que eles já enfrentaram... Os próprios humanos criadores do vírus Imortal.
O mundo agora é outro e as respostas para os mistérios parecem mais obscuras do que nunca. “Cinzas” é o segundo volume da série The Dark World, de L. F. Faria.
Determinados a sobreviver novamente e enfrentando criaturas mutantes, eles voltam ao vilarejo para investigar o passado do local e descobrir respostas para todos os mistérios, que acaba levando-os até o Havaí onde o vírus mortal poderia ter sido criado e encontram uma ameaça que é maior do que eles já enfrentaram... Os próprios humanos criadores do vírus Imortal.O mundo agora é outro e as respostas para os mistérios parecem mais obscuras do que nunca. “Cinzas” é o segundo volume da série The Dark World, de L. F. Faria.

Curiosidades sobre o livro:
- O primeiro capítulo do livro chama-se "A Ascensão Sombria" e começa com o vilão, Tod Stocow.
- O último capítulo do livro chama-se "A Fúria dos Quatro Elementos" e é o resultado de todas as ações do personagens.
- A história se passa em Londres, Wells, Paris, Dallas e Honolulu.
- O mistério do vírus Imortal finalmente será revelado.
- Diferente do primeiro livro da série, Cinzas tem uma explicação científica para tudo o que acontece e teve uma mestre em Biologia envolvida na correção final.
- A música seria "Radioactive", da banda Imagine Dragons, serviu de inspiração para vários momentos da trama.
- Vemos um John mais brincalhão em alguns momentos do livro.
- Em "Cinzas" temos mais pistas na história do que em "Escuridão".
- É uma história sobre sobrevivência, conspiração política e bioterrorismo.
- The Dark World: Cinzas chega às lojas em cópias físicas e digitais em janeiro de 2018!


Sobre o autor:
L. F. Faria é escritor, ator, compositor e publicitário. Apaixonado por séries e ficção científica desde pequeno, começou a escrever roteiros para peças de teatro da companhia local e depois para a televisão, após trabalhar no canal Disney Channel Brasil como ator em duas temporadas da série Quando Toca O Sino. Quando entrou para a faculdade de publicidade teve a ideia de escrever o seu primeiro livro e disso resultou na vontade de desenvolver uma trama totalmente nova e diferente do que já havia trabalho. Então começou a escrever a série The Dark World em 2013 em seu tempo livre até que a história de John se tornou seu passatempo diário. Atualmente ele divide o seu tempo escrevendo os cinco volumes da série e produzindo o seu primeiro EP, “Battle Scars”, com lançamento previsto para início de 2018.

Redes social do Luiz



O que dizer dessas novidades, reafirmando aqui o que é essa capa. Estou apaixonada sério amei de verdade. Janeiro chega logo! 


Se você gostou do livro e quer ler na Amazon o e-book está custando somente R$3,99 e o livro físico R$37,49 (ah se você tem o Kindle Unlimited está de graça!) comprando o livro em qualquer mídia você está ajudando o autor e a literatura nacional! :)



Resenha | Ecos - Pam Muñoz Ryan

Ano: 2017
Páginas: 368
Editora: DarkSide
Nota:
A uns meses recebi minha primeira mala do turista literário e com ela veio um livro com uma capa linda do qual eu não sabia nada a respeito. Ao ler um pouco sobre ele, me pareceu ser uma espécie de fábula passada nos tempos da primeira e segunda guerra mundial e com um tom um tanto quanto infantil, porém resolvi confiar na curadoria da equipe do turista e o que encontrei foi o livro mais lindo e tocante que já li.

A história começa em 1864, quando durante uma brincadeira de pique esconde Otto se perde na Floresta Negra e encontra as personagens de uma história que pensava ser apenas uma lenda, as irmãs Eins, Zwei e Drei que foram aprisionadas na floresta por uma bruxa malvada. Juntas elas ajudam Otto a sair da Floresta e em troca ele promete libertá-las carregando os espíritos das irmãs dentro de uma gaita.

Os anos vão passando e com ele a gaita vai encontrando novos donos: Um menino que pode ter o sonho de ser músico interrompido pelo nazismo, um órfão pianista que é capaz de tudo para não se separar de seu irmão e uma filha de imigrantes que cuidam de uma propriedade japonesa durante a segunda guerra mundial. Cada personagem é encontrado pela gaita em lugares diferentes e épocas diferentes, mas o amor que todos tem pela música faz com que suas vidas sejam transformadas por esse instrumento mágico.

Como eu disse eu não sabia nada sobre esse livro, mas se tivesse uma coisa que eu gostaria que tivessem me falado sobre ele era que eu ia sentir todo o tipo de emoção. Alegria, raiva, tristeza, medo e tantas outras que eu nem sabia que era possível sentir com apenas um livro, foram tantos altos e baixos que eu acho que você deveria parar de ler essa resenha por aqui e correr pra ler esse livro (HAHAHAHA), mas como esse livro merece todos os elogios do mundo espero que você continue para ver o quão maravilhoso ele é.

O livro não é narrado em uma história continua, ele é dividido em partes, cada uma contando a história de uma personagem como se fossem contos. A principio achei isso um pouco estranho e aos poucos fui me acostumando com a narrativa, porém uma coisa que não superei foram os finais de cada parte, porque mesmo tendo poucas páginas sobre a vida de cada personagem, eles são tão bem desenvolvidos e tão relacionáveis que você se apega a eles e se importa com o que vai acontecer na vida de todos, então quando a história acabava eu ficava "como assim não tem mais páginas sobre essa pessoa?!?!?!? Quero mais 100 na minha mesa pra ontem!"

A música nesse livro mais além de ser apenas algo que está no plano fundo, a música ao meu ver é a personagem principal dessa história. Ela guia, inspira e conecta as personagens além de mostrar o tom de cena, quando a própria personagem não é capaz de traduzir seus sentimentos em palavras. A música aqui é tão forte que mesmo que seu eu não tivesse a playlist do turista para ouvir junto com a leitura eu teria ido atrás de cada uma que é mencionada pois ler uma cena sobre alguém tocando piano e de fato ouvir o melodia trás uma experiencia maravilhosa e que eu recomendo fortemente a todos que vão ler esse livro.

O que me fez ficar ainda mais apaixonada por esse livro é que mesmo ele sendo claramente feito para um público mais jovem ele é tão bem escrito que não tem apenas um significado e ponto, é possível ver mensagens diferentes dependendo da idade e da vivencia do leitor e pra mim essa história me reforçou a ideia de que nem tudo está perdidona vida, que sempre há algo que pode tornar nossos dias melhores e sempre há uma luz no fim do túnel que irá nos surpreender. Isso me lembrou muito os filmes da Disney que eu via quando criança e bem, quem não ama a Disney?

Ecos com certeza ele é um livro infantil com uma mensagem poderosa, que quando se termina o livro você sofre a dar tchau para aquelas personagens e fica pensando como elas vão seguir a vida e como você vai seguir a sua sem eles. Fazia um tempinho que eu não amava tanto um livro como esse e tenho certeza que você vai amar ele também.

Review | Instax Share SP2

Um tempo atras fiz um post sobre a minha câmera instax e sobre como depois de acabar com o medo de usar o filme comecei a entender melhor ela. Acontece que com essa crise financeira comprar filmes para a câmera está ficando cada vez mais caro e então decidi investir numa impressora de fotos pra não ter mais problemas de "queimar" o filme. Existem muitos tipos de impressoras de fotos, mas como eu amo o estilo de instax (e já tinha um pacote de filmes) preferi comprar a instax share SP2.
Usar a impressora é a coisa mais fácil. É só baixar o app chamado Instax Share, disponível para iOS e Android, selecionar a imagem que deseja da sua galeria de fotos, editá-la (se você quiser quiser), conectar com a impressora e imprimir. Além de fotos da galeria você pode escolher a opção de tirar uma foto na hora ou escolher de alguma rede social.
Porém a função que eu mais gosto é a reprint, onde o app armazena as fotos que você já imprimiu assim com as modificações pra você imprimir novamente. Isso é muito bom quando se tira foto em grupo e quer imprimir várias cópias.
A impressora é do tamanho do tamanho da minha mão (ou seja, compacta, perfeita para levar na bolsa) e funciona a bateria. Para ver quantas poses ainda restam a ser impressas você pode olhar tanto no app, quando pela quantidade de luzes acessas na impressora.
A foto quando impressa sai um pouco mais clara do que a foto original, mas no app você pode usar filtros ou até mesmo editar a foto manualmente para que ela saia melhor. Agora comparando com a foto que sai da câmera eu diria que não tem muita diferença, a não ser toda aquela mágica do tirar a foto e ela já sair sem você saber como ela vai ficar.
Infelizmente essa versão da Instax Share, ainda não está disponível aqui no Brasil. A única disponível é a SP1 a venda por cerca de 930 reais e que de diferente com a SP2 tem o tempo de impressão e a resolução da foto. A minha SP2 a Rayane trouxe de Nova York e custou 150 dólares (convertendo +/- 600 reais) mas você pode comprar na Amazon e pedir pra entregarem aqui através daqueles serviços de redirecionamento que mesmo que cobrem um pouco a mais vai sair muito mais em conta do que comprar a SP1 nas lojas brasileiras.
Depois de toda essa review fica a dúvida: devo investir na câmera ou na impressora? Bem aí vai do quanto você é exigente com as fotos que tira, já que com a câmera você não tem nenhum controle sobre como a foto vai sair, é clicar e pronto e já com a impressora é possível editar a foto e ter a certeza de que ela vai sair linda.

Se depois de tudo isso ainda restar alguma dúvida é só deixar aí nos comentários ^^

Resenha | Golem e o Gênio - Helene Wecker

Ano: 2015
Páginas: 512
Editora: DarkSide
Nota:


Sabe quando você termina um livro e fica se perguntando o porque de ter demorado tanto para lê-lo? Bem, é assim que eu me senti ao terminar Golem e o Gênio. Desde o seu lançamento a única coisa que lia era sobre como ele era incrível e que todos deveriam ler, só que mais de um ano se passou e o livro continuava na minha estante ou porque algo mais chamativo aparecia ou por simples preguiça já que ele possui mais de 500 páginas! Mas então o grande dia chegou e finalmente o peguei para ler e agora me junto ao coro ao dizer: que história maravilhosa!

A Nova York do inicío do século XX é o cenário para essa maravilhosa fábula e é onde somos apresentados não somente a um lado da cidade do qual raramente é mostrado, como também somos apresentados a novas culturas.

Chava é uma golem, uma criatura feita de barro e com propósito de proteger o seu mestre, porém sua criação teve como principal fator ser a esposa perfeita e como isso ela possui um grande conflito com sua verdadeira natureza. Já Ahmad é um Djin, criatura feita de fogo, extremante egoísta que durante sua vida no deserto da Síria acabou de algum modo preso em uma garrafa de cobre.

Ambos são trazidos a Nova York por imigrantes, conhecendo assim a parte mais pobre e dura da cidade, onde as prioridades são ter um lugar para dormir e sobreviver ao inverno. Chava passa a viver na parte Judaica enquanto Ahmad na parte árabe da cidade e apesar das personalidades diferentes formam uma amizade cheia de altos e baixos, compartilhando e ajudando um ao outro nas dificuldades de viver entre os humanos.

Quando a amizade de Chava e Ahmad parece ter se acertado, um grande incidente acontece para separá-los e dessa vez parece que em definitivo, porém a chegada de um inimigo capaz de ameaçar a existência das duas criaturas os leva a se reunir novante e dessa vez para fazer uma escolha que irá impactar ambos.

Essa foi a primeira vez que li um livro de fantasia que se trata de mitologia judaica e árabe, pois quando peguei esse livro eu não sabia nada sobre ele (é o famoso tenho pelo hype e pela capa ^^) então quando descobri que se passava em uma época diferente e que falava de outras culturas, fiquei extremamente curiosa. Conforme eu lia prestei atenção em como as coisas era bem detalhadas, tanto os lugares quanto os costumes das pessoas e de repente ler sobre o Lower East Side e a pequena Síria era como andar e viver nesses lugares de tão rico de detalhes que é a narrativa.

Por ser um livro único fiquei maravilhada com a complexidade de cada personagem que a autora nos apresenta, pois durante a leitura vamos descobrimos a história de cada um, acompanhamos suas evoluções e chegando a conclusão de que nenhum deles está ali por acaso e de todos dois chamaram muito minha atenção. Eu adorei como a evolução e os questionamentos da Chava foram tratados ao decorrer do livro, como ter que se controlar a todo o momento, o sentimento de enclausuramento e de não poder ser ela mesma, foi explicado tão bem que dava pra sentir exatamente o a personagem estava passando. Também achei muito interessante descobrir como Saleh Sorvete, se tornou o homem idoso que vive da venda de sorvetes na pequena Síria e que ignora a tudo e a todos.

Quando terminei o livro além daquela tristeza básica em se despedir dos personagens, percebi também tinha aprendido muito com ele por ser uma história baseada em um cultura diferente e com isso deu aquela vontade de sair lendo vários livros de outras culturas, então sugestões são bem vindas, já que não tenho ideia de onde começar ^^

Golem e o Gênio é um livro diferente de tudo o que já li, narrado em uma época não muito explorada nos livros do gênero, com lugares e culturas diferentes e com personagens tão bem construídos que todo mundo deveria superar o medo por causa das mais de 500 páginas e lê-lo agora mesmo.

Unboxing | Turista Literário

Se preparem que o post de hoje vai ser um bombardeio de fotos ^^

Como eu disse no post da FLIPOP, graças aos meios persuasivos da Ray acabei assinando o Turista Literário. O engraçado é que fazia tanto tempo (na minha cabeça) que eu tinha assinado que já havia esquecido dela e só lembrei quando as fotos oficiais do evento forma divulgadas HAHAHAHA. Depois desse pequeno lapso de memória e da demora básica dos correios, minha mala finalmente chegou com um conteúdo que me reforçou a ideia de continuar com a assinatura.


Quando eu abri a caixa fiquei abismada com o tanto de coisa veio e em como tudo veio bem embalado. Deu pra perceber que a equipe do Turista se preocupa muito com a primeira apresentação dos itens, aliás é tudo tão bem embrulhado que dá até dó de rasgar o papel para ver o que tem dentro.

Por ser minha primeira mala, nessa caixa vieram o passaporte para colocar os carimbos (que por ser o segundo ano da caixa está com uma cor nova) e um cartão postal de boas vindas, além disso veio o guia de viagem, explicando sobre o livro do mês e para qual lugar será a "viagem", e a tag de viagem, explicando os itens que se encontram na caixa.


O primeiro item da caixa foi o item de tato/olfato. Ele veio nessa caixinha que contem um cordão em formato de gaita com uma frase gravada que tem a ver com a história do livro e cascas de uma árvore que tem um cheiro tão bom, mas tão bom que dá vontade de espalhar pela casa toda *--*


Segundo a tag de viagem no livro o pai do protagonista diz que temos que nos presentear até quando tentamos fazer algo, mesmo que aquilo não dê certo, então o item de comer é um bolinho recheado, chamado de bolo de tentativa.


Vamos falar do souvenir maravilhoso dessa viagem. Já fazia um tempo que o meu fone de ouvido está nas últimas, mas eu estava adiando ao máximo ter que comprar um outro porque demoro anos para escolher um algo que tenho um bom custo/benefício, então imagina a minha alegria quando vi esse fone lindo dentro da caixa, aliás como o tema principal desse livro é a música eu achei que não existiria um souvenir melhor do que esse. Eu ainda não sei o que eu mais gostei nele, se foi a cor, a arte do quote ou o fato de eles ser super confortável.


Agora o que dizer desse livro que eu mal conheço e já considero pacas? Quando eu li as dicas sobre o que viria esse mês (sim, sou curiosa) já sabia que seria um livro da Darkside e só por isso eu já sabia que ia amar qualquer coisa que viesse, então imagina a minha cara quando vi essa coisa linda na caixa? Eu já havia visto esse livro nas livrarias mas não sabia da história, agora que eu sei, vamos ver se vou gostar dele tanto quando eu gostei da capa.
Sinopse: Três irmãs chamadas Eins, Zwei e Drei. Um, Dois e Três. Três princesas que escaparam das garras da morte para se tornar prisioneiras de uma bruxa. A única maneira que elas têm para quebrar o feitiço e escapar da floresta onde vivem é através da música. Uma harmonia em três vozes capaz de viajar pelo tempo e espaço, e tocar profundamente a vida das pessoas que a escutam.
A aventura começa cinquenta anos antes da Primeira Guerra Mundial — “a guerra para acabar com todas as guerras” —, quando o pequeno Otto se perde na Floresta Negra e encontra as três irmãs encantadas, prisioneiras de uma velha bruxa, que conhecia apenas das páginas de um livro, e acreditava ser apenas uma lenda.
Como em um passe de mágica, as irmãs ajudam o garoto a encontrar o caminho de casa. E Otto promete libertá-las, levando o espírito das três dentro de uma inusitada gaita de boca.

De um modo geral valeu muito a pena assinar o Turista Literário porque a caixa é composta de itens tão bem pensados para transpor a história de um jeito tão real pro nosso mundo que pra mim o custo benefício está mais que ok.

Agora eu não vejo a hora da mala da próximo mês chegar já que percebi que ver as pessoas fazendo unboxing do Turista e fazer o seu próprio são experiencias muito diferentes, pois quando eu via os unboxings na internet eu não fazia muita questão de tê-los, mas depois de ver ao vivo na FLIPOP e depois de receber o meu em casa sinto que me apaixonei por essa experiencia.