Resenha | O Menino que Desenhava Monstros - Keith Donohue

Ano: 2016
Páginas: 256
Editora: DarkSide
Nota:
Nesse mundo de blogs e booktubers, uma coisa que se tornou bem difícil para mim é encontrar um livro sobre o qual eu não sei nada sobre ele, geralmente sei algo sobre o escritor ou um pouco da sinopse, mas com esse livro isso aconteceu e eu realmente não sabia nada sobre ele além do obvio que o título me diz (que o menino desenha monstros). Então sem expectativa descobri um mundo onde desenhos podem mudar a vida das pessoas.

Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger e que quando mais novo quase morreu afogado junto com seu melhor amigo Nick e desde então ele tem pavor de sair de casa. Durante esse tempo de reclusão Jack adotou vários hobbies, mas esse seu último está deixando seus pais muito preocupados. Jack está obcecado em desenhar monstros, só que ultimamente parece que os monstros estão deixando o papel e estão em todo lugar só esperando para pegar o garoto.

Os pais de Jack sempre tentaram criar o filho da melhor forma, mas a cada dia as atitudes dele ficam cada vez mais estranha e quando em certo dia ele bate em sua mãe pensando ser um dos monstros de sua imaginação, Holly guiada pelo amor e pelo medo que sente do filho resolve pedir ajuda apesar de que Tim diga que isso é apenas uma fase.

Logo todos da família começam a presenciar coisas estranhas: Tim começa a ser perseguido por um monstro e Holly começa a ouvir sons do oceano e que parecem querer entrar na casa. Enquanto os adultos não sabem se o que veem é real ou não, apenas Nick parece saber o quanto o amigo está envolvido nesses acontecimentos. 

Esse é mais um livro que entra na categoria de primeiras vezes, já que é a primeira vez que eu leio algo de terror e vamos dizer que até que foi bem satisfatório. Minha leitura foi cheia de altos e baixos, pois o livro possui uma leitura bem arrastada mas sempre em que eu pensava em desistir alguma parte cheia de tensão aparecia e dava mais gás para minha leitura.

A história é contada na terceira pessoa e praticamente gira em torno da condição do Jack e como isso afeta todos aos seu redor, com isso o autor criou personagens tão bons que mesmo eles agindo no modo clichê dos filmes de Terror, não soam forçados. A construção de cada personagem é outra coisa que me chamou a atenção, ver as crenças dos pais do Jack serem desconstruídas/construídas a medida que as coisas vão acontecendo e ver como cada um vai lidando com isso tornou os personagens bem reais.

Conforme o terror ia avançando eu ia entrando cada vez mais na paranoia dos pais do Jack e várias perguntas iam brotando na minha cabeça como? Jack realmente é só uma criança com Asperger ou tem algo mais? Aquilo realmente é um monstro ou foi só o Tim imaginando coisas? O que tá acontecendo com esse quadro? O QUE TÁ ACONTECENDO NESSE LIVRO? E as perguntas não pararam até quando o livro termina.

Aliás vamos falar sobre o que foi o final desse livro. Pra mim ele foi tão inesperado que eu ainda fiquei pensando sobre ele por uns mais alguns dias, por que foi um daquele finais que nem adianta ficar tentando adivinhar como ele vai ser porque vai ser tudo o aquilo que você nem sequer cogitou e só por causa disso dei uma estrela mais na avaliação final.

Uma coisa que descobri depois da leitura é que a história vai virar filme, ainda não tem data de estreia nem elenco definido, só que eu ainda estou na dúvida se vou assistir ou não porque livros de terror eu aguento, mas pra filmes eu sou a pessoa mais medrosa da face da terra ^^

A edição do livro ficou por conta da DarkSide, então nem preciso dizer em como ela ficou linda e perfeita. A capa é toda em relevo e adorei o fato de que no final tem umas páginas em branco pra gente desenhar nossos monstros, pesadelos, sonhos e lembranças e assim ficar mais próximo do personagem principal. Eu não desenhei nada pq vai que sei lá, aquilo cria vida, mas e vocês seriam corajosos pra desenhar seus medos e enfrentá-los?

Minha Canon M5O


Se tem uma coisa que eu sou é uma pessoa indecisa, prova disso é que levei quase três anos para finalmente comprar uma câmera nova e eu queria compartilhar com vocês qual eu escolhi e claro as características técnicas.

Primeiramente, eu não sou uma super conhecedora sobre fotografia, mas faço a minha pesquisa do jeito que eu posso, então se eu falei alguma besteira aqui embaixo é só avisar nos comentários viu?


Eu comprei uma Canon EOS M50, para quem não conhece muito ela está na categoria mirrorless que serve como câmera de entrada, sendo mais compacta e as características técnicas pode chegar de uma semi profissional.

Antes de eu escolher o modelo M5O eu já estava decidida em pegar a M100 que é um modelo mais antigo da Canon que me daria o que eu estava buscando, uma câmera um pouco semi profissional, com o visor que eu poderia girar para poder ver enquanto gravava e também era cambiável, isso significa que eu poderia comprar outras lentes para ter uma maior usabilidade da câmera.


Para a minha felicidade antes de viajar eu vi algumas noticias que a Canon iria lançar uma Mirrorless nova, e que além de ser melhor que as outras da categoria EOS ela seria a primeira a filmar em 4K, e claro eu mudei de ideia facilmente. 

A M5O vem com um sensor APS-C de 24 megapixels com autofoco Dual Pixel, processador novo Digic 8 e um visor eletrônico incorporado que é touchscreen facilitando tanto na visão para quem está se filmando como ajuste da configuração direto na tela, além da já comentada filmagem em UHD 4K (24p) ela filma também em 1080-120p.



A lente que veio na minha foi a EF-M 15-45mm F3.5-6.3 IS STM, também tinha a possibilidade de comprar com o kit que vinha no modelo já comentado e a 55-200mm F4.5-6.3 IS STM, mas para isso teria que desembolsar $1,200 dólares e venhamos e convenhamos eu já estava bem feliz com a 15-45mm mesmo.


Fato legal sobre as lentes da Canon EOS dentro da categoria existem 4 modelos EF-M, mas se você quiser comprar e usar outras lentes da Canon basta comprar uma adaptador para usar na sua EOS. =)

Bom é isso pessoal, espero que tenham gostado, pois além de ter sido uma compra bem pessoal também serve como um upgrade aqui no blog para as fotos e para o canal que vai voltar!


4 Jogos para consoles que eu quero jogar esse ano


De uns tempos para cá, ando muito fissurada por jogos para consoles como PS4 e Xbox, eu tenho em casa um humilde Xbox 360 que para a minha tristeza não anda recebendo os lançamentos atuais, por conta disso me limito a jogar no PS4 na casa do boy que é melhor do que nada, só que acabamos levando um pouco mais de tempo e na minha fissura atual por novos jogos percebi que estamos com uma listinha grande e levemente atrasados.

Para manter o foco resolvi fazer essa lista que eu vou tentar priorizar e se você está querendo achar novos para jogar acredito que essa lista vai te ajudar.

  • Battlefield 1

Para quem gosta de tiro em primeira pessoa esse jogo é para você, lançado em 2016 o jogo irá se passar na Primeira Guerra Mundial inspirado em fatos históricos. Diferente das outras versões de Battlefield não tem uma única narrativa, e sim 6 enredos onde você irá conhecer história de guerra dos personagens.


O jogo está disponível para PC, PS4 e Xbox One


  • Call of Duty: WWII

Talvez vocês estejam percebendo que eu gosto muito de jogo de tiro, mas não poderia deixar fora da lista o meu hype máximo do momento que é o Call Of Duty: WWII que retorna as raízes do jogo com  a campanha para a Segunda Guerra Mundial, que para os fãs mais antigos a gente já estava meio cansado das últimas campanhas com muita tecnologia, robôs e tals. COD WWII foi lançado em novembro de 2017 e eu ainda não comprei por motivos de: está muito caro.


O jogo está disponível para PC, PS4 e Xbox One

  • Rise of the Tomb Raider

Para quem gosta de jogos de aventura em terceira pessoa esse jogo é bem fácil de jogar, Rise of the Tomb Raider é o segundo jogo que faz parte de uma trilogia que foi lançada em 2013 meio que como uma remasterização da série Tomb Raider, então para os mais velhos que jogaram no playstation 1 os jogos do TR pode ter certeza que vai gostar. Eu amei o primeiro jogo finalizei ele ano passado e estou doida para jogar o próximo, pois já saiu o trailer do último jogo que está para ser lançado esse ano também!


 O jogo está disponível para PC, PS3, PS4 e Xbox One e 360.



  • A Way Out

Vamos falar sobre A Way Out, que foi o jogo que me fez fazer esse post, pois eu estou louca para jogar, mas não dá para comprar sendo que estou com um backlog de 2 jogos para terminar e eu não quero pular nenhum da fila. Mas, porque A Way Out merece a sua atenção?
Ele é um jogo colaborativo onde você obrigatoriamente precisa jogar com mais uma pessoa, você pode jogar com a tela compartilhada ou online então a historia é contada simultaneamente, é necessário cooperar uns com os outros para você conseguir progredir e um dos exemplos dados no trailer do jogo é um tem que tem que distrair o guarda enquanto o outro vai procurar uma ferramenta para eles conseguirem sair da prisão. Eu achei isso maravilhoso e estou considerando assim que terminar Battlefield comprar esse.


O jogo está disponível para PC, PS3, PS4 e Xbox One e 360. Importante saiu uma versão onde você pode comprar um Passe amigo e chamar uma pessoa para jogar sem a necessidade da pessoa ter que comprar um jogo também!

Pensei em colocar o hype do momento God of War nessa lista, mas antes eu quero finalizar o GOW 3, não sei porque eu não consigo finalizar esse jogo acho os movimentos dele extremamente repetitivos, então por mais que todo mundo está no hype e amando o jogo vou segurar a emoção e terminar esses 4 que estão na minha lista atual.

Eaí tem algum que vocês já jogaram ou querem jogar? Me contem aí nos comentários.

Resenha | Filha das Trevas - Kiersten White

Ano: 2017
Páginas: 472
Editora: Plataforma 21
Nota:
Minha história com esse livro é engraçada, a primeira vez que ouvi falar dele foi através do booktube gringo e a o modo como ele foi apresentado foi tão simplista que minha vontade de procurar mais sobre ele foi zero. Acontece que meses depois adivinha qual livro estava dentro da mala da Turista Literário? É, esse mesmo. Torci o nariz, mas resolvi confiar na curadoria do serviço, li um pouco do conteúdo extra que eles mandam para ver se me animava com a história, fui para leitura e quando me vi já estava apaixonada por aquela história que meses antes eu achava que seria bem chata.

Filha das trevas conta a história de Lada, que desprezada pelo pai por ter nascido mulher, aprende que para ser notada e ser reconhecida como alguém a força é a única saída. Com a perda de influencias de seu pai, Lada e seu gentil irmão Radu são arrancados de sua terra natal e levados para viver no império Otomano, para ter uma "educação especial".

No império otomano Radu encontra um lugar para chamar de lar e se sentir seguro, porém Lada odeia tudo nos otomanos e encontra na sua crueldade a chave para a sobrevivência, planejando vinganças e acima de tudo um meio de voltar para sua casa. Tudo muda quando os irmãos se tornam amigos de Mehmed, o filho do sultão, pois como Lada pode ter encontrado alguém que é digno de seu amor se ele é o herdeiro do império que ela jurou destruir? E além disso como ela pode destruir o lugar que seu irmão agora chama de lar? Com essas questões em sua cabeça Lada tem que decidir o que sacrificar para ganhar sua liberdade.

Essa é a primeira vez que leio um livro que é um reconto histórico, ainda mais um reconto com troca de gênero do personagem principal, mas como não conheço muito da história original do Vlad isso não me incomodou muito, pelo contrário eu achei isso ótimo, pois é sempre bom ler livro com uma protagonista feminina forte.

A propósito, forte é uma palavra que define bem Lada, desde de sua personalidade até a capacidade física, isso porque em um mundo onde quem manda são os homens, Lada entendeu que para ter o respeito do pai não poderia ser fraca. Porém o que para ela pode ser visto como ser forte, para os outros poderia ser visto como crueldade. Como o livro é narrado através de pontos vista é possível entender o porque da personagem estar agindo daquele jeito, mas mesmo assim eu como leitora por muitas vezes não conseguia apoiar as decisões dela.

Radu é totalmente ao contrário de sua irmã. Ele é calmo, educado e dependente das pessoas ao seu redor, por isso é considerado por sua irmã uma pessoa fraca, porém conforme a história vai avançando é possível perceber que mesmo possuindo esse jeito introvertido, Radu é capaz de lutar, não com armas e golpes como Lada, mas sim com palavras. Pra mim ele foi a melhor surpresa do livro e claramente é o personagem que tem o maior desenvolvimento.

Deu pra pra perceber que a autora fez uma bela pesquisa para escrever a história principalmente no quesito arquitetura, não foram poucas as vezes que ao ler as descrições dos locais e das vestimentas em que eu me via visualizando tudo na maior perfeição. Outra coisa que a autora sabe fazer é desenvolver os personagens, a ponto de  que mesmo sendo um coadjuvante você consegue entender todas as motivações dele e isso deixa a história ainda mais rica, ainda mais se tratando de um livro tão político quando esse. Aliás a trama política foi outro ponto que me deixou maravilhada, toda a parte de conspiração, de a gente como leitor não saber em quem confiar, ou ser surpreendido por algo. Sério espero que os próximos livros tenham muito mais disso.

Agora vou ser a pessoa chata e falar da tradução do título. Em inglês ele se chama "And I Darken" que em tradução livre seria "E eu escureço" que ao meu ver seria sobre como os personagens perdem sua inocência e se tornam mais obscuros depois que são enviados para coração da império de seus "inimigos".  Mas a escolha brasileira "Filha das Trevas" não me remete nada do gênero, só que a personagem principal deve ser ruim sem motivo e lendo o livro percebe-se que esse não é o caso. Enfim se alguém tiver alguma explicação para esse titulo em português ficaria contente em ouvir.

Certamente esse livro foi uma ótima surpresa e me arrependo de não ter lido ele antes, agora estou aqui aguardando o próximo livro (se não me engano isso vai ser trilogia) e tentando não ler nada sobre o Vlad pra não tomar "spoiler" sobre o que pode acontecer HAHAHAHAH

Como não falir sendo fã

Dia 18 de março é comemorado em São Paulo o dia fã, um dia inteiramente dedicado para nós que fazemos praticamente qualquer coisa por aquele idolo, seja ficar horas em uma fila no meio da chuva, viajar para outra cidade/estado só para ter nem que seja 1 minuto junto do idolo e até mesmo gastar rios de dinheiro comprando coisas sobre o que gostamos.

Eu como fã louca sem noção já fiz muito dessas coisas principalmente gastar dinheiro, MUITO dinheiro com livros, CD, DVD e roupas, alías uma vez preferi não tomar lanche na faculdade por muito tempo para guardar dinheiro para ir num show do Paramore e olha que para mim comida é sagrada, sou tipo a Magali HAAHHAHAHA.

Um solução legal que eu descobri para economizar (não ficar mais sem comer ^^) foi o site cupomvalido. Nele estão reunidos vários cupons de lojas virtuais tanto nacionais e internacionais e nem precisa fazer cadastro, ou seja, sem ter que ficar recebendo Spam no email. Eu já usei esse site algumas vezes para comprar brusinhas na chico rei e para comprar livros na Saraiva e achei super fácil de usar.

Logo na home do site é possivel ver algumas das lojas participantes e caso a que você procura não esteja aí é só procurar por ela na barra de pesquisa. 


Depois que você escolher a loja vai ser direcionado para a tela abaixo onde vai informar quantos cupons existem para aquela loja, quais são eles e se tem alguma regra para utilizá-los. Como por exemplo, temos esses cupons da Saraiva: https://www.cupomvalido.com.br/desconto/saraiva/



Depois é só clicar no link "Clique para ver cupom" e pronto o cupom já é mostrado e você já pode usar quando for fazer sua compra. Além disso você pode cadastrar o seu email para receber os cupons daquela loja sem precisar ir no site, mas isso só se você quiser.


Espero que tenham gostado dessa dica e que com essa economia a todos consigam comprar o que querem sem ter que pedir dinheiro emprestado ou deixar de comer ^^

Unboxing | Turista Literário - Outubro e Novembro

Mais um post de unboxing do turista chegando! Eu sei que está um pouquinho atrasado, afinal já estamos em 2018, mas o importante é nunca deixar de mostrar pra vocês as coisas lindas que vem nas malas. 

Então vamos lá!
OUTUBRO

A viagem desse mês foi totalmente surpresa porque pela primeira vez eu não fui olhar as dicas no blog pra tentar adivinhar o que viria no próximo mês ^^. A princípio eu não fazia ideia de que livro era esse, mas depois de olhar no goodreads vi que já o conhecia de muito tempo atrás. O livro do mês é o "Uma sombra ardente e brilhante" que nos leva para uma Londres vitoriana e cheia de magia.
Sinopse: O primeiro livro da série de Jéssica Cluess, perfeito para surpreender fãs de fantasias já bem habituados com magia, profecias e triângulos amorosos.
Henrietta Howel tem o poder de explodir em chamas. Quando é obrigada a expor suas habilidades ela tem certeza de que será executada. Apenas os feiticeiros podem usar magia, e nenhum deles é mulher. Ela se surpreende quando não só é poupada da guilhotina, mas também nomeada a primeira feiticeira em séculos. Ela é a garota profetizada, aquela que derrotará os Ancestrais – seres sanguinários que aterrorizam a humanidade. Henrietta então passa a treinar dia e noite com um grupo de feiticeiros ansiosos para testar as habilidades – e o coração – da garota da profecia. Mas será que Henrietta é mesmo a garota da profecia?

O item de tocar/olfato é o presente dado para a personagem principal e feito pelo duende Fenswick. Ele é composto de umas ervas aromáticas que ajudam no sono e pode ser colocado dentro do travesseiro ou sob a cama. Eu particularmente não gostei do cheiro por achar forte demais, mas como eu sou alergica a vários tipos de cheiro então acho que esse problema foi só comigo.


Nessa caixa vieram dois item de paladar: um saquinho de chá e caramelos. O chá no sabor English Breakfast é pra nos deixar mais perto da cultura da britânica, alias quer coisa mais britânica do que isso? Já o caramelo remete aos caramelhos que o Agripa usa para presentear as crianças enquanto as testa para ver se elas possuem algum poder.


Por fim o souvenir da viagem é um porta trecos onde cada lado mostra personagens e cenas importantes da história. Eu amei esse souvenir pois já não tinha por meus marcadores.


NOVEMBRO

O berro que eu dei quando vi para onde seria a viagem desse mês foi incrível! HAHAHAHHA. Dessa vez fomos para Indianápolis, (um lugar bem perto tanto fisicamente quanto temporal se fomos considerar as minhas outras viagens) e entendemos como é viver com uma doença mental no mais novo livro do John Green "Tartarugas até lá em baixo".
Sinopse: Depois de seis anos, milhões de livros vendidos, dois filmes de sucesso e uma legião de fãs apaixonados ao redor do mundo, John Green, autor do inesquecível A culpa é das estrelas, lança o mais pessoal de todos os seus romances: Tartarugas até lá embaixo.
A história acompanha a jornada de Aza Holmes, uma menina de 16 anos que sai em busca de um bilionário misteriosamente desaparecido - quem encontrá-lo receberá uma polpuda recompensa em dinheiro - enquanto lida com o transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Repleto de referências da vida do autor - entre elas, a tão marcada paixão pela cultura pop e o TOC, transtorno mental que o afeta desde a infância -, Tartarugas até lá embaixo tem tudo o que fez de John Green um dos mais queridos autores contemporâneos. Um livro incrível, recheado de frases sublinháveis, que fala de amizades duradouras e reencontros inesperados, fan-fics de Star Wars e - por que não? - peculiares répteis neozelandeses.

Os itens do mês me lembraram mais uma vez em como o pessoal do turista é criativo nesse lance de imersão na história. O item de tocar/olfato é uma vela com o cheiro de Dr. Pepper, o refrigerante favorita da Aza. O outro item é de tocar/ver e é um cofre caixa de cereais. Tudo isso porque o milionário que sumiu tem a mania de guardar o dinheiro pela casa toda inclusive em caixas desse tipo O.o


Como a Aza está no ensino médio o souvenir foi esse estojo com essas lindas ilustrações de itens bem importantes na história. Como eu não estudo mais, uso ele para carregar o fone que veio na caixa Julho 😁



Bem gente, essas foram as malas de Outubro e Novembro e prometo que em breve vem os posts de Dezembro e Janeiro .

Game Review | Until Dawn


Se tinha um jogo que eu queria terminar a um bom tempo era Until Dawn, e eu finalmente consegui esse feito e eu vim aqui contar os motivos para você colocar na sua lista de compras pra ontem!

O enredo de Until Dawn parece que saiu direto daqueles filmes americanos clichês como: Eu sei o que vocês fizeram verão passado, Premonição e entre outros do mesmo gênero.

A historia central é o reencontro dos amigos Sam, Mike, Ashley, Chris, Matt, Emily, e Jessica após um ano do desaparecimento das irmãs Beth e Hannah nas Montanhas Blackwood onde a família de Josh irmão delas tem um chalé. O que eles não esperavam era serem perseguidos por um psicopata e algo bem pior.

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Com o gênero de aventura é possível controlar os 8 personagens através de Quick Time Events, para quem não sabe o QTE é um estilo de jogo que permite controle limitados dos personagens durante algumas partes do jogo. Dentro do UD as suas decisões influência e muito, por exemplo caso você decida não se defender de um animal isso pode mudar algo que irá acontecer no futuro. No próprio jogo eles usam o termo: Efeito Borboleta, então quando uma ação tem muita influência, na tela aparece algumas borboletas.

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Acredito que levei quase 8 horas para finalizar todo o jogo, no total temos 10 capítulos e infelizmente os três primeiros são os mais sofridos, porque é muito você conhecendo os personagens e tem poucas decisões para escolher e as que tem é mais você gerando crise entre os personagens. A partir do 5 já temos um pouco mais de ação, pois temos o primeiro ataque que a partir daí fica agitado.

Esse jogo é um ótimo investimento porque ele pode ser jogado várias vezes, como toda decisão influência você tem vários finais diferentes, eu por exemplo consegui chegar ao final com os personagens Mike, Ashley, Matt e Emily... Infelizmente eu deixei a bendita da Emily viva, olha que eu tentei mata-lá durante o jogo inteiro e a infeliz sobreviveu.

Until Dawn foi lançado em 2015, desenvolvido pela Supermassive Games e distribuído exclusivamente pela Sony para o PlayStation 4.

Bom gente é isso espero que tenham gostado da review e se jogarem não esqueçam de me contar o que achou!

Série | Riverdale


Faz um bom tempo que eu não recomendo séries aqui no blog e para retornar decidi falar de Riverdale. Olha eu tentei ficar longe de novas séries, mas como estava Thaty e eu de bobeira um dia na casa dela decidimos começar mesmo tendo uma lista infinita de outras séries.

Riverdale é uma série da CW que estreou em janeiro de 2017 e os personagens foram baseado na Archie Comics. Eu confesso que eu só queria ver a série pelo hype, para quem acompanha a Carol Moreira ou até o perfil da Warner no twitter quando a segunda temporada estreou eles não paravam de falar e agora depois de assistir eu só quero uma jaqueta da Riverdale High School.

Já quero deixar bem claro, que Riverdale é o tipo de série bem adolescente, pouco elaborada e tem vários momentos que acaba sendo previsível, bem cara de algo feito pela CW. Massss, isso não quer dizer se vocês não vão se divertir então aqui vai os motivos para assistir essa série.

Primeiramente um review rápido:


A série vai contar a história da pacata cidade de Riverdale que era considerada tranquila até a morte misteriosa de Jason Blossom, um dos filhos da família mais rica e poderosa da cidade, além dele ter sido o mais popular do colégio. Com o retorno das férias de verão os alunos estão agitados com a morte de Jason.
E para resolver esse mistério temos alguns personagens em destaque como Archie Andrews, Betty Cooper, Jughead e a mais nova aluna do colégio Verónica Lodge.

Pegou o conceito da série? Espero que sim.

A série por ter um mistério envolvido é ótima com cliffhanger, cada final de episodio era um cliffhanger que fazia seguir para o próximo, posso dizer que os 10 primeiros episódios é muito fácil de assistir porque tem algo que te faz querer assistir mais para saber.

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Algo que gostei bastante foi ter a história de cada personagem sendo trabalhada ao longo da série, como por exemplo a Betty a relação dela com os pais e os amigos, a paixão secreta dela pelo Archie e como ela sente falta da irmã. Tem um episódio que a gente descobre um lado negro da Betty que sério, eu queria ver mais vezes.

Já o Jughead é o personagem que eu mais gosto (até a 2º temporada quando eu comecei a pegar raiva dele) ele é o meio o garoto excluído da escola, mora em um cinema da cidade e tem uma péssima relação com o pai, que faz parte de uma gangue. Vale comentar que o Jughead é a pessoa que faz a narrativa em alguns momentos da série, como ele estivesse contando a história para nós. O que é meio o que acontece durante a série já que ele está escrevendo uma história sobre a morte misteriosa do Jason.

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Resultado de imagem para riverdale gif 1 seasonA personagem que eu mais detesto infelizmente é a Cheryl Blossom, irmã gêmea do Jason Blossom a.k.a o menino que morreu de forma misteriosa e a única pessoa que estava presente era a irmã dele. Ela é muito bipolar, tipo muito mesmo não tem como prever o que ela vai fazer, uma hora ela tá boazinha, dois segundos depois ela é uma insuportável e maldosa, além de chegar a ser cômico o jeito dela. Durante a série ela tem vários atritos com a nova aluna do colégio Veronica Lodge, que teve que retornar a cidade depois do escândalo da prisão do pai.


Já o menino Archie Andrews ou como eu e a Thaty que gostamos de chamar o Troy Bolton, vou explicar o porque chamamos ele assim. O Archie, descobriu que gosta de musica e que quer seguir essa carreira, mas ele também faz parte do grupo de futebol americano da escola, aí tem alguns atritos porque ele quer deixar o futebol e o pai não quer. Tá vendo a semelhança? Só falta alguém contar para "Get'cha Head In the Game". Adiciono também que ele é pegador da série, toda hora ele tá falando que gosta de alguém.

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No geral a série é legal, vale a pena como disse algumas coisas são bem previsíveis e outras nem tanto, acredito que os cliffhangers são o que faz você assistir a série de uma vez pela curiosidade. O bom é que ela é curta cada temporada tem cerca de 13 episódios a primeira e a segunda acredito que vai ter o mesmo número.

Fica aqui minha indicação e espero que gostem da série! =)

Metas para 2018 e 5 anos de Blog



Olá pessoas!

Andei sumida, mas hoje venho aqui para conversar um pouco até porque completamos 5 anos de blog! Sim, como passa rápido. Ah, também vamos falar um pouco sobre metas!

Metas, Metas e Mais Metas!
  • Canal 

Esse ano quero voltar com o canal, sim! Nós temos um canal no youtube. Está meio largado no último ano, mas a meta é retornar com ele... Vai levar um tempo, cerca de dois - três meses, pois quero fazer direito dessa vez. Como ter uma base de videos já prontos para poder ir liberando enquanto gravo outros. 

Sobre o foco do canal, essa talvez seja a parte mais difícil porque é tanta coisa que eu quero gravar e pode virar uma zona se eu não tomar cuidado. De qualquer forma com certeza vai ter livros, eventos e viagens! :) 

Aproveita e se inscreve aí: [LINK]

  • Instagram e Facebook
Confesso que estou um pouco inspirada na parte de fotos e estou buscando melhorar vendo vídeos de dicas e buscando inspirações no Pinterest para criar as imagens para o Facebook e Instagram do blog assim conseguimos atrair outros leitores. 

Vale pedir para dar uma passadinha no Instagram e Facebook, só clicar! 😚

  • E o blog, como fica?


Voltarei a fazer posts aqui para o blog, até porque eu tenho uma boa quantidade para finalizar do ano passado! (shame)

Ah, e a Thaty com certeza continuará por aqui fazendo resenhas, até porque se não fosse por ela esse blog estaria as moscas no último ano! Obrigada Thaty 💗

  • Novos Equipamentos

Para realizar esse monte de meta, vai ser necessário investir em equipamentos...como ficar um ano sem notebook para poder comprar o meu tão sonhado Macbook agora em Abril. Vale adicionar que esse foi um dos motivos que eu não andei postando aqui no blog no último ano? 
Além de um notebook precisamos de uma câmera quem também vai ser providenciada logo, logo. (Pelo menos eu espero!)  


Acho que era isso eu tinha para contar de metas para o blog e canal agora em 2018. 


Bjs! 
Ray

Resenha | Mentes Sombrias - Alexandra Bracken

Ano: 2013
Páginas: 576
Editora: iD
Nota:
Primeira resenha de 2018 e vou falar mais uma vez sobre um livro muito falado no exterior, mas que por aqui foi praticamente ignorado. Mentes Sombrias é o primeiro volume de uma trilogia lançada em 2012. Conheci essa história através do booktube gringo, pois era o auge das distopias YA e esse livro estava em todos os vídeos de tags, book hauls e wrap ups, então aproveitei uma promoção na bienal do livro para comprar e ver se ele é tão bom quanto todos diziam.

A história tem início pouco tempo antes de Ruby completar 10 anos, quando o país foi assolado por um vírus que foi capaz de matar as crianças entre 10 e 14 anos e desenvolver nos poucos sobreviventes habilidades psíquicas. Para controlar o vírus e ajudar as crianças o governo criou centros de recuperação que é para onde a partir de agora todos são enviados quando completam 10 anos.

Nos campos as crianças são classificadas por cores e ao contrario do que o governo mostra a população, sofrem maus tratos e são forçadas a trabalhar. Ruby é enviada para Thurmond e vive nesse lugar horrível por seis anos, quando através da ajuda de uma enfermeira do campo vê uma chance de fugir.

Durante a fuga Ruby descobre outros como ela (Liam, Bolota e Zu) que estão a procura do fugitivo: uma pessoa que coordena um refugio para todas as crianças viverem em paz. Mas para isso eles tem que sobreviver a realidade fora dos campos, fugindo da policia e da liga das crianças (uma organização que quer usar o poder das crianças contra o governo) e assim percebem que a vida fora dos campos não é diferente do que eles viveram até agora.

O começo livro é um pouco monótono, porque como todo bom primeiro volume de série ele se baseia todo em te explicar o mundo, mas conforme a história vai avançando ela vai ganhando um ritmo melhor e quando percebe o livro já está nos últimos capítulos. O mundo criado pela autora me fascinou pois de todas as distopias que eu li ele parece o mais próximo cronologicamente da nossa realidade e com isso ele se tornou (pelo menos para mim) mais real e possível de acontecer.

Conforme eu ia lendo eu não parava de pensar em o que eu faria se tudo isso realmente acontecesse, se eu como "adulta" estaria do lado do governo mandando as crianças para os centros de reabilitação afinal vemos durante a fuga da Ruby que as crianças que não foram para lá ou fugiram dos centros e formaram gangues, vandalizando e roubando as coisas das cidades, ou se entraria para a liga das crianças e "ajudaria" a combater o governo.

Ao contrário do mundo criado que eu amei, os personagens não me transmitiram nenhuma conexão. As ações da Ruby me irritavam várias vezes principalmente o fato de que ela sempre precisa esconder tudo de todo mundo, coisa que aprendemos com todos os YA que nunca dá certo. Mas apesar disso não posso negar que a personagem amadurece durante as 500 paginas e termina muito diferente do que quando fomos apresentados a ela.

Os outros personagens são um pouco melhores, apesar de não terem me conquistado. O Liam é o líder do grupo e o que me surpreendeu é que ao contrário de todos ele não quer a vida que tinha antes da doença, mas sim salvar todos estão nos campos. De todos os personagens secundários ele é o que tem mais destaque tanto em seu desenvolvimento quanto ao seu passado, já que sua família tem envolvimento com a liga das crianças e isso me deixou bem curiosa e esperançosa de que abordem nos livros futuros. O Bolota além de alivio cômico é aquele que no começo eu odiava por ser tão racional, mas que no final depois de entender os motivos comecei odiar menos (não deu pra perdoar por completo porque ficar lendo ele dizendo quase TODO SANTO CAPÍTULO que a Ruby não deveria ficar com eles, é de mais). Por fim, Zu é uma garotinha que não fala graças a um trauma e que vive com luvas de borrachas pois ainda não sabe controlar o seu poder. Ao meu ver ela é a razão de o grupo se manter unido por ser a mais jovem e por isso acharem que ela tem que ser protegida, mas acho que no futuro ela vai se mostrar a mais poderosa de todos.

Depois da leitura deu para perceber o porque esse livro não fez muito sucesso por aqui. Por mais que ele tenha um tema diferente dos outros lançados na época e um mundo bem construído a personagem principal acaba passando despercebida por Katniss ou Tris e todo o poder que elas transmitiam. Mas acredito que com os acontecimentos do fim desse livro a Ruby, fique mais forte e mais independente e com isso se iguale a protagonistas das outras séries.

Como o livro é da editora iD nunca saberemos se vai ter continuação aqui, mas com o lançamento do filme marcado para esse ano (a data pode mudar, não sabemos) alguma editora pode se interessar em comprar os direitos e continuar a historia igual fizeram com o orfanato da Sra. Peregrine